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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Show extra anunciado em São Paulo do Apocalyptica


Para atender à intensa procura por ingressos para a apresentação do Apocalyptica no Brasil, a produtora Dark Dimensions anuncia show extra da banda finlandesa em São Paulo. A segunda performance está agendada para o próximo dia 3 de junho, no Espaço Santa Clara. A primeira exibição deste que é considerado um dos grupos mais famosos e respeitados no atual cenário da música mundial, acontece no dia 2 de junho, no Carioca Club e os ingressos estão praticamente esgotados.
Os valores das entradas para o show extra são R$85 (pista) e R$120 (camarote). Os ingressos já estão à venda pela internet.
http://darkdimensions.webstorelw.com.br
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Eicca Toppinen (violoncelo), Paavo Lötjönen (violoncelo), Perttu Kivilaakso (violoncelo), Mikko Sirén (bateria) e Tipe Johnson (vocalista) voltam após seis anos longe do país. Neste momento, eles estão em plena turnê de promoção do aclamado álbum "7th Symphony" (2010).
Sabendo da expectativa dos fãs brasileiros, a banda fez questão de gravar uma mensagem convidando o público a prestigiarem suas performances na capital paulistana.

http://www.youtube.com/watch?v=MoxquHuTn2A&feature=player_embedded

Recentemente, Perttu concedeu entrevista exclusiva à The Ultimate Music - Press.
http://theultimatepress.blogspot.com/2012/04/vamos-faze-los-suar-rir-e-chorar.ht...
O Apocalyptica ficou mundialmente famoso quando lançou "Plays Metallica by Four Cellos", álbum que traz versões das clássicas músicas do Metallica tocadas por violoncelos. O disco foi certificado com ouro na Polônia e platina na Finlândia, vendendo aproximadamente 800.000 exemplares. Todos os integrantes da banda frequentaram a Academia Sibelius em Helsinque, única universidade de música na Finlândia e considerado um dos maiores conservatórios europeus.
Esta será a segunda passagem do Apocalyptica pelo Brasil. Os músicos se apresentaram, em 2005, no Credicard Hall, como abertura para o Megadeth. Naquela ocasião, o público ficou extremamente impressionado com tamanha qualidade musical e foi considerado uma das melhores apresentações daquele ano.
A turnê dos finlandeses pela América do Sul é a seguinte:
May 29 - Teatro Municipal - Cali, Colombia
May 31 - Teatro Caupolican - Santiago, Chile
June 01 - Todo Musica - Montevideo, Uruguai
June 02 - Carioca Club - São Paulo, Brasil
June 03 - Espaço Santa Clara - São Paulo, Brasil
Links relacionados:
http://www.apocalyptica.com/us/home
http://www.facebook.com/Apocalyptica
http://www.myspace.com/apocalyptica
http://www.twitter.com/apocalypticafi
http://www.youtube.com/apocalypticavideos
http://www.ilike.com/artist/Apocalyptica
http://www.lastfm.de/music/Apocalyptica
Serviço SP - 1° data
Dark Dimensions apresenta Apocalyptica no Brasil
Data: 2 de junho
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Hora: 19h
Abertura da casa: 17h
Ingressos:
Pista promocional antecipada: R$ 90,00
Pista no dia: R$ 140,00 (se sobrar)
Pista Estudante: R$ 70,00
Camarote: ESGOTADO!
Pontos de venda: Profecias loja 214 (11) 3333-2364 | Rockland loja 262 (11) 33622606 | Lady Snake Loja 213 (11) 3361.7705 (Galeria do Rock)
Bilheterias do Carioca Club de segunda à sexta das 09h40 às 20h
Ingresso online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br/
Imprensa: (13) 9161.6267
Cartaz: http://migre.me/8x1Vt
Serviço SP - 2° data
Data: 3 de junho
Local: Espaço Santa Clara
Endereço: Rua João Ramalho, 1085 - Perdizes - próximo ao estádio do SE Palmeiras.
Hora: 19h
Abertura da casa: 17h
Ingressos: R$ 85,00 (pista) | R$ 120,00 (camarote)
Ingresso online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br/
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Censura: 16 anos - abaixo desta faixa etária só acompanhado do responsável
Cartaz: http://migre.me/90q36
Próximas divulgações da The Ultimate Music - Press:
18/05 - Clan of Xymox – Inferno Club - SP/SP
19/05 - Sepultura – Rancho do Cadãozinho - São José do Rio Pardo/SP
25/05 - Michael Monroe (Hanoi Rocks) – Inferno Club - SP/SP
26/05 - Decapitated – Blackmore Rock Bar - SP/SP
29/05 - Diablo Swing Orchestra – Inferno Club - SP/SP
02/06 - Apocalyptica – Carioca Club - SP/SP
03/06 - Apocalyptica – Espaço Santa Clara - SP/SP - SHOW EXTRA!
08/06 - Hugin Munin – Jack Music Pub - Bauru/SP
09/06 - Korpiklaani – Clash Club - SP/SP
10/06 - Korpiklaani + Hugin Munin – Music Hall - Curitiba/PR
15/06 - Krisiun – Music Hall – Curitiba/PR
16/06 - Confronto - Pós-Graduação – Vila Velha/ES
13/07 - Shadowside – TBA
14/07 - Shadowside – TBA
20/07 - Shadowside – Jack Music Pub - Bauru/SP
21/07 - Confronto + Matanza – República Music Hall, Taubaté/SP
29/07 - At the Gates – Hangar 110 - SP/SP
Além dos shows, a The Ultimate Music - Press assessora as bandas Sepultura, Krisiun, Shadowside, Confronto e Hugin Munin. Para mais informações, acessehttp://theultimatepress.blogspot.com.

Kapranos do Franz Ferdinand diz que Oasis é muito chato e eu concordo!

Alex Kapranos falou no Twitter para novos músicos nunca fazerem cover da banda


Alex Kapranos no show do Franz Ferdinand na Fundição Progresso, em 2006
Foto: Leonardo Aversa / Agência O GLOBO
Alex Kapranos no show do Franz Ferdinand na Fundição Progresso, em 2006Leonardo Aversa / Agência O GLOBO
RIO - O vocalista do Franz Ferdinand, Alex Kapranos, disse ontem no Twitter que acha Oasis muito chato. Quando perguntado sobre quais dicas daria para bandas novas ele foi enfático:
"Nunca faça cover do Oasis. Nunca se esqueça dos seus amigos. Tenha sempre um sorriso." Depois desse comentário, vários fãs questionaram o porquê de não fazer cover do Oasis. E o cantor polemizou mais uma vez: "Nada pessoal. Só porque todo mundo faz. Ele eles são muito chatos".
Nesta quarta, o site NME postou no Twitter uma matéria falando sobre o episódio. Logo depois, Alex Kapranos escreveu um tweet para a revista: “Ha ha. Oi @NMEmagazine - hoje o dia está fraco de notícias?”
O vocalista da banda escocesa anunciou no mês passado, também pelo Twitter, que voltará ao país. “Fique de olho, Brasil. Estamos voltando...” A primeira vez que a banda esteve no Brasil foi em 2006 para abrir os shows do U2 no Morumbi. Eles ainda se apresentaram no Circo Voador na mesma época.

Foo Fighters: caem na rede duas músicas inéditas de álbum perdido

Divulgação
Será que eles lançam este EP perdido agora?
 
 

Já estão circulando na internet duas músicas inéditas do Foo Fighters. Elas não fazem parte de um disco novo do grupo liderado por Dave Grohl, mas sim de um álbum antigo que nunca chegou a ser lançado.

As músicas "Have It All" e "Come Back" fazem parte de uma versão diferente do disco "One By One", lançado em 2002. Boatos afirmam que na época eles criaram um CD chamado "Million Dollar Demo", mas por confusões internas, o material nunca chegou a ser divulgado de fato.

Quem sabe agora, com o vazamento destas duas canções na íntegra, o Foo Fighters se anime e resolva lançar o tal EP perdido.

Ouça as duas faixas:




terça-feira, 8 de maio de 2012

Libertines: Pete Doherty leiloa pinturas feitas com amostras de seu sangue e o de Amy Winehouse

Conhecido pelo abuso de drogas, ex-vocalista do Libertines tem tentado se firmar como artista plástico

A amizade entre Amy Winehouse e Pete Doherty foi eternizada com sangue em uma pintura Foto: Fotomontagem
A amizade entre Amy Winehouse e Pete Doherty foi eternizada com sangue em uma pinturaFotomontagem
RIO - Peter Doherty está se desfazendo de sua coleção pessoal de arte. O controverso ex-vocalista do Libertines vai leiloar, na próxima sexta, obras que incluem pinturas feitas por ele mesmo utilizando amostras de seu sangue, além de objetos pessoais como diários, peças de roupa e instrumentos. Uma das principais obras do leilão é uma pintura feita em parceria com Amy Winehouse.
Batizada "Ladylike", a pintura é um pequeno auto-retrato feito com o sangue da cantora de "Rehab", morta em junho passado. De acordo com as estimativas, a obra pode arrecadar entre £ 50 mil e £ 80 mil (o equivalente a R$ 150 mil e R$ 250 mil reais). Uma porcentagem não revelada do valor pago pela tela será revertida para a Fundação Amy Winehouse, comandada pelo pai da diva.
"A popularidade dessas duas lendas certamente vai ajudar a aumentar o preço das obras", disse o leiloeiro Edward Rising, em entrevista ao jornal "The Independent". "O sangue interpreta o papel principal em meu trabalho. Suor e lágrimas muitas vezes estão nos bastidores", explicou Doherty. O músico, que tem tentado cravar seu nome no mundo das artes plásticas criou uma técnica em que borrifa o sangue na tela usando uma seringa ou faz um corte dedo e desenha com as mãos sangrando.
O leilão encerra uma exposição com os trabalhos de Doherty que ficou em cartaz por dez dias na Cob Gallery, em Londres. Durante o período, 15 das 20 obras feitas com o sangue do autor foram vendidas. A mais cara foi "Salome", feita com sangue e tinta e usada na capa de "Grace/Wastelands", disco solo de Doherty, de 2009, que custou £ 7 mil (cerca de R$ 21 mil).
"Ladylike" também esteve exposta, mas não tinha sido posta à venda "devido sua natureza pessoal". "Amy estava no telefone com seu pai quando ela fez a pintura. Ela disse: 'pai, estou com Pete e ele está me fazendo desenhar com meu sangue!'. Ele não gosta muito de mim, o pai dela", contou Doherty.

Homem de Ferro e Black Sabbath: uma mão lava a outra

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Ralf Hutter do Kraftwerk fala sobre a participação de última hora no festival Sónar


Em entrevista ao GLOBO, único integrante da formação original do mitológico grupo alemão comenta substituição a Björk

O Kraftwek em ação no MoMA de Nova York, onde se apresentou por oito dias, em abril, com o formato 3D que trará a São Paulo: substitutos de Björk
Foto: Divulgação
RIO - A relação não é de homem/máquina e sim de entrevistador/entrevistado. Mesmo assim, Ralf Hütter, do Krafwerk — que se apresenta no Sónar São Paulo, no próximo dia 11 —, parece disposto a inverter os circuitos e faz a primeira pergunta ao repórter, assim que a assessora de imprensa do grupo faz a conexão Rio-Berlim por telefone.— Olá. Nós nos conhecemos? Já conversamos antes? — quer saber ele. 
Negativo. Afinal, entrevistas com o Kraftwerk — principalmente com o único integrante da formação original do mitológico grupo alemão — são eventos raros.
— E você já viu algum show do Kraftwerk? — emenda.
Positivo. Dois shows no Brasil — no TIM Festival de 2004, no Rio, ao lado do Massive Attack, e na Praça da Apoteose, em 2009, abrindo para o Radiohead — e um na Inglaterra, em 1997, no festival Tribal Gathering.
— Ah, foi ótimo tocar naquela praça desenhada por Oscar Niemeyer. Cheguei a estudar arquitetura, e ele foi uma grande inspiração — diz ele. — E aquele show no Tribal Gathering foi especial, marcou nossa volta aos palcos britânicos depois de uma longa ausência.
Sem telefone no estúdio
Cinco anos de ausência, mais precisamente. Antes disso, o Kraftwerk — que se apresentou recentemente, por oito dias, no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), dentro da instalação "Retrospective 12345678" — vivia uma relação conflituosa com os palcos, sumindo deles com razoável frequência, por $sempre conseguir traduzir ao vivo, em alto nível, o som dos discos e a estética visual pensada pelo grupo. Só a partir do fim dos anos 1990, com o avanço da tecnologia, é que os shows do Kraftwerk passaram a ser menos esparsos.
— Nossa relação com a tecnologia sempre foi intensa, e sofríamos muito quando não conseguíamos levar as ideias para o palco do modo como queríamos. Era frustrante não ter o equipamento adequado — conta Hütter. — Mas hoje a tecnologia está no padrão que sempre pensávamos. É quase um sonho.
Um sonho que inclui, diz ele, o formato 3D que marcou os concorridos shows em NY.
— Os shows em 3D são um marco na nossa evolução. É perfeito para a nossa linguagem visual e deu um toque especial nas apresentações no MoMA. A exposição e aqueles shows representaram uma espécie de ciclo que se completou para a banda, que nasceu num ambiente de arte em conexão com a música. Diferentemente de outras bandas, museus não são habitats estranhos para nós.
Mas como o Sónar São Paulo não é o MoMA e o Parque do Anhembi não é o seu átrio, o show do Kraftwerk no Brasil vai ser um pouco diferente daquele apresentado em NY.
— Vamos fazer um resumo daquela retrospectiva, tocando músicas de diversos álbuns. Mas o 3D está garantido. Vamos levar todo o equipamento, inclusive os óculos.
Ironicamente para uma banda tão ligada em tecnologia, seu estúdio, o famoso Kling Klang, não possui telefones. Ao menos é o que diz a lenda em torno do robótico grupo, que evita esses aparelhos para não quebrar o estado de imersão completa quando seus integrantes estão trabalhando.
— Não há mesmo telefones no estúdio. Telefones eram muito intrusivos, você nunca sabia quem estava ligando. Isso mudou hoje, claro, mas mantivemos essa postura. Precisamos de concentração total para trabalhar. Depois que saímos dali, tudo volta ao normal.
Essa reclusão não parece significar uma produção intensa. Afinal, disco novo, o Kraftwerk não lança um desde "Tour de France soundtracks", de 2003.
— Mas estamos sempre trabalhando em novas ideias, inclusive para o próximo disco. É um processo contínuo, não há pressa — garante.
Parte desse processo contínuo gerou, pelo menos, o recém-lançado aplicativo Kling Klang Machine (para iPhone e iPad), que permite que o usuário produza sons sequenciados como se estivesse dentro do estúdio da banda.
— Ele gera sons que vão se modificando à medida que a pessoa vai interagindo com eles. É um trabalho mais atmosférico do que explosivo — conta ele, que diz ter um iPad "apenas para funções tradicionais". — Não o uso para fazer música. Seria excessivo. É bom ficar um pouco desconectado.
Paixão por bicicleta
Para se desconectar ainda mais, Hütter gosta de andar de bicicleta, uma notória paixão dele e da banda, que inspirou o hit "Tour de France", de 1983.
— Sou o único da banda que ainda leva essa atividade a sério. Ando sempre que posso. É um prazer incrível e um ótimo exercício — conta ele, que teve um sério acidente nos anos 1980, sofrendo traumatismo craniano após cair da bicicleta. — Mas aquilo foi há muito tempo, numa época em que íamos de bicicleta atrás do ônibus da turnê quando nos aproximávamos de uma cidade. Hoje, não consigo mais fazer isso. Não consegui nem andar no Central Park durante nossa temporada em Nova York. Em São Paulo também não vai dar tempo, já que vamos viajar de volta no dia seguinte ao show.
Antes de a entrevista ser encerrada pela atenta assessora do grupo, Hütter faz mais uma pergunta:
— Você é do Rio, não?
Positivo.
— Adoro a energia e o ritmo da cidade. Apesar de estarmos distantes e virmos de outro contexto, sinto uma afinidade do Rio com o Kraftwerk. O som do baile funk é um exemplo disso. É uma combinação de ritmos muito interessante.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/ralf-hutter-do-kraftwerk-fala-sobre-participacao-de-ultima-hora-no-festival-sonar-4824915#ixzz1uG3JGzJ9


Flea e Josh do Red Hot Chili Peppers em show de forró e baião

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Mauro Refosco, percussionista brasileiro e músico de apoio do Red Hot Chili Peppers, contou com participações muito especiais em show de sua banda própria, que toca forró e baião, o Forró in The Dark.
Na noite do dia 5 de maio a banda estava se apresentando no Nublu, um pequeno clube de Nova York, aonde o grupo se apresenta toda quarta feira, quando no meio do show FLEA e JOSH KLINGHOFFER sobem ao palco e participam de uma jam com a banda de Mauro.
Segundo Mauro mesmo conta ele conheceu o baixista através de um amigo em comum, John Lurie, líder da banda de jazz Lounge Lizards, na qual o brasileiro tocou entre 1996 e 2000.
Refosco em 2010 gravou com o Red Hot Chili Peppers 25 músicas - algumas ainda não lançadas - e desde 2011 ele é membro de turnê da banda.
Fonte: Hardnrocker