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terça-feira, 5 de junho de 2012

Baixe grártis a música do vocalista do System Of A Down


Serj Tankian lança “Harakiri” em julho

serjtankianharakiri
A música “Cornucopia”, do trabalho solo do vocalista do System Of A Down, Serj Tankian, pode ser baixada nesse endereço, a partir do cadastro de e-mail. Ela faz parte do novo álbum, “Harakiri”, a ser lançado no dia 10 de julho. Trata-se do terceiro trabalho de Tankian, que sucede “Imperfect Harmonies”, de 2010.

Neil Young explicando suas razões para desistir de shows com o Buffalo Springfield


“Eu teria que fazer apresentações com meu passado para sempre”, disse o músico

Buffalo Springfield
AP
por Andy Greene


No ano passado, o Buffalo Springfield se reuniu para um turnê de sete shows, mas eram planejadas ainda outras 30 apresentações, sendo que estas foram canceladas sem muitas explicações. Na nova edição da Rolling Stone EUA, Neil Young afirmou que não nega completamente a possibilidade de se reunir com o grupo em algum ponto do futuro.

“Isto poderia acontecer”, disse Young, que vai lançar nesta semana seu primeiro álbum com o Crazy Horse em nove anos. “Mas não vamos nos reunir agora. Eu teria que fazer shows com meu passado para sempre, e eu não posso. Preciso ter a possibilidade de avançar, não posso ficar estagnado. Já fiz bastante, mas ficou uma semente de alguma coisa ótima que ainda pode acontecer”.
O Buffalo Springfield se separou em 1968, após somente dois anos juntos. Eles voltaram a se encontrar em meados da década de 80, mas assim que Young preferiu não voltar, o baterista Dewey Martin e o baixista Bruce Palmer caíram na estrada com novo membros sob a alcunha de Buffalo Springfield Revisited. Young surpreendeu os fãs ao assumir, em 2010, que a banda iria se apresentar no concerto de caridade anual da Bridge School. Martin e Palmer já haviam morrido e foram substituídos respectivamente por Rick Rosas e Joe Vitale.
Richie Furay falou com a Rolling Stone EUA antes do reencontro no ano passado: “O plano é fazer 30 apresentações neste outono”, ele disse. “Confirmados estão Los Angeles e Nova York. Não posso dizer quais são as outras cidades mas é quase certo nosso show no Red Rocks. Pessoas na Florida, em Chicago e no Texas estão me perguntando ‘vocês não vêm para cá?’ e eu acredito que com 30 shows chegaremos nestas localidades”.
Em fevereiro, Furay explicou a mudança de planos. “Me disseram que faríamos a turnê de 30 shows”, ele garantiu. “Mas você sabe, Neil é imprevisível e precisamos de todos para tocar como Buffalo Springfield. Tenho que dizer que provavelmente perdemos um grande momento. Isto não quer dizer que não vamos mais nos reunir, mas com certeza não será neste ano”.

Versão Tupiniquim do Camaleão

Nos 40 anos do clássico de Bowie, líder do Nenhum de Nós explica versão de 'Starman'

Thedy Corrêa*
Especial para o UOL
  • Capa do álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972), de David Bowie
    Capa do álbum "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" (1972), de David Bowie


O ano era 1972 e a cena musical era extraordinária! Antes de junho chegar, Paul McCartney estreara ao vivo com sua nova banda Wings, o Deep Purple lançara um petardo chamado “Machine Head” e os Rolling Stones, o clássico “Exile on Main Street”. Led Zeppelin, Pink Floyd, Nick Drake estavam em plena atividade, e John Lennon, morando em Nova York, enfrentava o conservadorismo americano. A guerra do Vietnã estava longe de acabar...
Nesse panorama povoado por gênios e artistas inspirados, existia David Bowie, uma figura única nesse cenário. Aprendiz de mímico, ligado às tradições do teatro, andrógino e performático - quando essa palavra ainda era um enigma para grande parte do público -,  era considerado "rodado" por já ter feito parte de algumas bandas sem expressão e lançado até 72, quatro discos solo.
Os 'críticos' adoravam dizer que nós havíamos assassinado 'Starman'. Mesmo que Bowie tenha deixado claro que discordava dessa opinião, a banda e a nossa versão penaram, durante anos, com esse estigma
Foi nesse ano que Bowie deu vazão a seu desejo de escrever um musical com inspiração na Broadway, colocando sua inspiração teatral em um projeto discográfico chamado "David Bowie – The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars" – álbum que completa 40 anos nesta semana.
Apoiado em faixas como “Starman”, “Lady Stardust” e “Suffragette City”, Bowie criou um novo tipo de rockstar, que contava a história do rock através dos olhos de seu alter-ego, o alienígena Ziggy, inspirado em metáforas espaciais alimentadas pela então recente chegada do homem à Lua.
O impacto do albúm no mundo do rock, entre os artistas, imprensa e público, foi enorme. Minha história com esse disco - e com uma canção dele em especial – foi ainda mais intensa e rica em acontecimentos.
Nos idos de 1988 minha banda, o Nenhum de Nós, havia lançado apenas um disco de estreia, que contava com um único hit (“Camila, Camila”) e muito pouco repertório para então montar seus primeiros shows. A saída era engrossar o caldo com covers.
Leonid Steliaev/Divulgação
Nos debruçamos sobre a letra e optamos por não fazer uma versão literal, mas uma 'viagem' onde contaríamos um capítulo nosso das aventuras do Major Tom
Thedy Correa (à direita, na foto)
Em uma tarde de ensaio, tocamos várias canções de Bowie para ver qual se encaixaria melhor no repertório. Passamos por “Lady Stardust”, “Ziggy Stardust” (inspirada na versão do Bauhaus), “Ashes to Ashes” e “China Girl” até nos decidirmos por “Starman”. Orgulhosos, tocávamos a canção em sua língua original.
Quando fomos gravar nosso segundo disco, em um intervalo das sessões, para relaxar, decidimos gravar nossa versão de “Starman” - apenas para registrá-la com uma boa qualidade. O produtor do disco, Reinaldo Barriga, entrou no estúdio e, ao ouvir nossa interpretação, lançou um desafio: fazer uma versão em português. Nossa primeira reação foi negativa, mas decidimos topar o desafio inspirados pelo ótimo resultado de uma outra versão, “Joquim”, versão de Vitor Ramil para “Joey” de Bob Dylan.
Nos debruçamos sobre a letra e optamos por não fazer uma versão literal, mas, sim, uma "viagem" onde contaríamos um capítulo nosso das aventuras do Major Tom - personagem criado por Bowie em “Space Oddity” e retratado novamente por ele em 1981, na estupenda “Ashes to Ashes”. Trabalhamos duro para escrever uma honesta e sincera homenagem de fã através daquela versão, cheia de metáforas e imagens consideradas, por nós mesmos, enigmas indecifráveis.
Tivemos que verter a "nossa" letra para o inglês para que fosse enviada à Inglaterra e, então, chegasse às mãos do próprio Bowie para aprovação. O processo foi demorado. Atrasou o nosso disco, inclusive.  Mas a devida aprovação acabou chegando a tempo e "O Astronauta de Mármore" (a nossa versão) entrou como a segunda música do lado B de nosso disco chamado “Cardume”.
A gravadora fez uma reunião do marketing para escolher cinco (!!!) possíveis singles dentro do repertório do disco. Desnecessário dizer que "O Astronauta..." não acabou sendo uma dessas cinco.
No show do Morumbi, [Bowie] saudou nossa versão: 'Agora vou tocar uma canção que eu sei que todos podem cantar só que em português!' Foi muito mais que a realização de um sonho de fã. Foi o aval público do próprio Ziggy!
O fato é que a canção acabou sendo um enorme sucesso - foi a música mais tocada no país em 1989.  Consequência ou não disso, Bowie veio pela primeira vez ao Brasil nesse ano. Realizou shows no Rio de Janeiro e em São Paulo. No show do Morumbi, saudou nossa versão, dizendo antes de tocar “Starman”: "Agora vou tocar uma canção que eu sei que todos vocês podem cantar só que em português!"  Foi muito mais que a realização de um sonho de fã. Foi o aval público do próprio Ziggy!
Na época, os "críticos" adoravam dizer que nós havíamos assassinado “Starman”. Mesmo que Bowie tenha deixado claro que discordava dessa opinião, a banda e a nossa versão penaram, durante anos, com esse estigma: odiada pelos críticos e amada pelo público. Óbvio que quem sustenta uma carrreira de 25 anos é o público e não os críticos – de tão bons, a maioria saiu do "mercado". Nós continuamos. Continuamos fãs de Bowie, de Ziggy e de uma obra que atravessou 40 anos provando que é um verdadeiro clássico e que mudou a história do rock para sempre.


* Thedy Corrêa, 48 anos, é vocalista da banda gaúcha Nenhum de Nós, um dos principais nomes do rock nacional dos anos 80. Entre seus álbuns estão "Nenhum de Nós", de 1987, "Cardume", de 1989, e o recente "Contos de Água e Fogo", de 2011. Como escritor, lançou o livro de poemas "Bruto", em 2006, e "Livro de Astro-Ajuda", de 2010.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Seguranças impedem fãs de usar camisetas do Slash em show do Guns N’ Roses


“Me disseram que não importava quem fosse, ou tirava a camiseta ou não entrava”, disse um entrevistado ao NME
Axl Rose
AP
por REDAÇÃO
1 de Junho de 2012 às 16:48
Os fãs que foram ao show do Guns N’ Roses em Londres nesta quinta-feira, 31 de maio, não puderam vestir camisetas em homenagem ao guitarrista Slash, ex-integrante da banda. Segundo o site da revista britânica NME, os seguranças foram orientados a não permitir a entrada daqueles que estampavam qualquer referência ao músico.
Um rapaz que foi impedido de entrar com sua camiseta deu depoimento a uma fonte, que relatou o ocorrido à NME. “Me disseram que não importava quem fosse, ou tirava a camiseta ou não entrava”, disse James Revell, de 18 anos. Quando questionou sobre o motivo, ele foi informado que se Axl Rose visse poderia ter alguma atitude inesperada.
Na mesma semana, a banda já havia sido criticada por atrasar mais de duas horas em apresentação em Manchester na terça-feira, 29. O Guns volta a tocar na O2 Arena, em Londres, nesta sexta-feira, 1º. 

EXPOSIÇÃO LET'S ROCK vai até dia 03/06/12

A MAIOR EXPOSIÇÃO DA AMÉRICA LATINA

Em mais de 6 décadas de história, o Rock n’ Roll moldou e revelou artistas, bandas, criou movimentos e revolucionou a maneira de gerações encararem o mundo com seus festivais antológicos e refrões que povoam o inconsciente coletivo. No Brasil não foi diferente. Assim que chegou por essas terras, o rock se misturou e ganhou novos sotaques, criou raízes e revelou incontáveis talentos.

Let´s Rock – A Exposição se propõe a fazer um mergulho nessa história e proporcionar uma viagem inesquecível, relembrando bandas, artistas e movimentos que marcaram o mundo nos últimos 60 anos. Com a colaboração de músicos, bandas, empresários, colecionadores, publicações e fotógrafos, a Hey Ho! Entretenimento reuniu material jamais exibido como roupas, fotos, instrumentos e todo tipo de memorabilia de muitos dos principais nomes do rock mundial para a maior mostra do gênero já vista na América Latina.

A Let’s Rock não quer dar uma aula de rock n’ roll, quer proporcionar uma experiência de imersão no estilo musical mais amado do mundo.

Venha fazer parte desta história…Let`s Rock! 

Site para ver programação: http://www.letsrockexpo.com.br/

Eu fui nesta exposição e recomendo muito, pois além das fotos que são bem bacanas, tem ítens usados e lançados na época, salas e telões multimídias, e para que gosta tem um stand gigante onde vc pode tocar uma guitarra, baixo ou violão de boa.
Além de tudo isto rola uns shows.
Segue algumas fotos tiradas da exposição:



























Scorpions faz show extra em São Paulo no dia 21 de setembro

  • Klaus Meine canta em apresentação da turnê de despedida do Scorpions em Vilnius, na Lituânia (30/05/2011)
    Klaus Meine canta em apresentação da turnê de despedida do Scorpions em Vilnius, na Lituânia (30/05/2011)
A banda alemã Scorpions fará um show extra em São Paulo, no dia 21 de setembro. A informação foi confirmada na noite desta quinta-feira (31) pela organização da turnê.
O Scorpions também toca na capital paulista no dia 20 do mesmo mês, com lotação esgotada, como parte da "Final Sting Tour".
Scorpions em São Paulo
Quando: dias 20 e 21 de setembro
Onde: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro, São Paulo
Quanto: R$ 120 a R$ 600

UMA OBRA_PRIMA DESDE A CAPA ATÉ O SOM, "Sgt. Peppers", dos Beatles, faz 45 anos hoje




Nesta sexta-feira (1º de junho), o disco considerado por muitos o mais importante da história do rock completa 45 anos. Era 1º de junho de 1967 quando os Beatles colocaram nas lojas "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".
O álbum representava o ápice das experiências sonoras da banda, e foi um sucesso estrondoso de público: 27 semanas no topo da parada britânica e 15 semanas em primeiro lugar nos Estados Unidos.
Até então, o rock nunca tinha visto algo tão ambicioso. Foram mais de quatro meses de gravações, algo até então inédito na música pop. Também pela primeira vez, um disco trazia as letras impressas no encarte.
E o som era inclassificável: rock com sons indianos e música tradicional britânica; guitarras com cordas, sopros e técnicas inovadoras de gravação.
A importância cultural de "Sgt. Pepper's" pode ser medida até pelo número de vezes que sua capa foi parodiada.
Segue o disco completo para quem quiser curtir.